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Investidor também pode perder dinheiro com aplicações na renda fixa - KaemeBrasil - Aprenda a investir em ações
Investidor também pode perder dinheiro com aplicações na renda fixa

14/09/2010

SÃO PAULO - Em tempos voláteis nos mercados de renda variável, é comum que os investidores elevem sua exposição à renda fixa. A explicação para isso é simples: os investimentos em renda variável são aqueles mais sucetíveis às turbulências nos mercadosfinanceiros. Com tantos eventos recentes, é possível comprovar essa regra no desempenho do Ibovespa neste ano, que apresenta queda de 2,86%, de acordo com o último fechamento.
 
InfoMoney

Dados divulgados pelo Banco Central na última quarta-feira mostram que, em agosto, o fluxo cambial financeiro ficou positivo em US$ 1,203 bilhão. Contudo, números da BM&F Bovespa mostram saldo negativo do investidor estrangeiro negativo em R$ 604,114 milhões em agosto, o que sugere que parte deste fluxo de dólares caminha para outras alternativas de investimento fora as ações.

Não só o investidor estrangeiro aproveita os ainda elevados juros no Brasil para colocar parte de suas aplicações na renda fixa brasileira. Basta lembrar que em julho o Tesouro Direto bateu novo recorde de compras de títulos da dívida pública pela internet. 

Em tempos em que o investidor passa a olhar com mais carinho para a renda fixa, é importante se questionar até que ponto esta categoria de investimentos é uma boa pedida. Indo além, será que as aplicações na renda fixa garantem lucro certo ao investidor?

Sempre interessante
"A opção de ir para uma renda fixa sempre é interessante", comenta a economista-chefe da Link Investimentos, Marianna Costa. "É super válido aplicar nesse tipo de investimento", completa. Mariana explica que na renda fixa você tem uma opção de retorno já previsto, enquanto que na renda variável você fica passivo do comportamento do mercado. "Sabe aquela história de ser melhor ter um pássaro na mão do que dois voando?", brinca a economista, que se declara uma autêntica "amante da renda fixa".

É bem verdade que alguns dos investimentos em renda fixa, como a caderneta de poupança, trazem riscos bastante limitados ao investidor. Mas é preciso ficar atento, pois essa lógica não se aplica a todas as aplicações neste tipo de investimento.

O clássico default
A meneira mais clássica de se perder dinheiro na renda fixa é o default. Imagine que você compra um título de uma empresa privada e em poucos dias a mesma declara falência. "No caso de emissores privados, como nota promissória, letra de câmbio, CDB ou CCB, se o investidor está comprando para levar ao resgate, para permanecer com o papel até o vencimento, pode acontecer de o emissor por algum motivo ou outro não pagar. Não acontece com frequência, mas acontece", explica o diretor de risco e compliance da Prosper Corretora, José Carlos de Souza Santos.

Nesses casos, segundo o diretor, o investidor ainda pode recorrer a alguns recursos para recuperar ao menos parte do que lhe é devido. "Mesmo no caso de default, é comum que os credores e emissores se reúnam e entram em um acordo, a fim de limitar as perdas daqueles que possuem, ou possuíam, as notas. Muitas vezes o tempo para vencimento é prolongado", avalia Santos.

De acordo com o Santos, também existe risco de perda de dinheiro em situações intermediárias, que antecipam um possível default. "No meio do caminho, acontecem muitas vezes casos em que aos poucos a situação financeira de um emissor vai piorando e o mercado vai percebendo isso, aumentando o risco de crédito do emissor e diminuindo o valor dos títulos", nesse contexto o investidor acaba vendendo seus papéis a um preço menor do que aquele que foi pago ou estava previsto para ser retornado lá na frente.

Pré-fixados: atenção ao preço!
O diretor de risco da Prosper revela ainda que no caso dos títulos públicos emitidos pelo Tesouro, o investidor pode vir a perder dinheiro no caso dos pré-fixados. Em suma, os títulos pré-fixados são investimentos nos quais a rentabilidade já é conhecida antecipadamente.

Em um exemplo prático, imagine a compra de um papel pré-fixado de um ano, com juro anual de 10%. Se o investidor comprar o papel a 100% de seu valor de face e mantiver o título até o vencimento, ele irá receber no vencimento o valor aplicado acrescido de juros. Ou seja, o retorno é garantido em 10%, considerando, é claro, que o emissor do título cumprirá suas obrigações.

Esta situação, porém, pode mudar se o investidor vender o título antes do vencimento, já que existe uma relação inversa entre o preço do título e a taxa de juro. Além disso, na hipótese de um cenário onde as taxas de juros subam, o preço do título irá cair, de forma que o investidor poderá não obter, na venda, valor equivalente ao que receberia no vencimento.

"Você comprou um papel a uma taxa de 11%. Acontece alguma mudança na economia e a taxa de juros vai para 13%. O que vai acontecer com o preço desse título? Ele vai afundar. Por que alguém vai comprar de você um papel para ganhar 11% se ele pode comprar um papel para ganhar 13%? Então, para você vender seu papel, você vai ter que pedir um preço menor", explica Santos.

Nos pós-fixados você não perde, mas pode deixar de ganhar!
No caso dos títulos públicos pós-fixados, ou seja, aqueles em que o retorno é determinado no momento do resgate da aplicação, Santos argumenta que é preciso ficar de olho no chamado indexador, que pode ser representado pela inflação (IPCA e IGP-M), CDI, câmbio, etc. "O indexador é uma referência. O investidor não compra o papel para ganhar o mesmo que o IPCA ou o IGP-M, ele compra o papel para ganhar a variação do índice mais uma taxa de 5%, 6%, 7%, por exemplo", explica.

Imagine que você adquire um título de renda fixa pós-fixado, com rendimento anual de 18%. Caso os juros subam entre quando você investiu e a data em que pretende resgatar, você acaba ganhando. Isso acontece porque, como o retorno é definido no resgate, essa alta nos juros acaba te favorecendo. Por outro lado, se os juros caírem neste período, na hora do resgate não haverá ajuste no preço e sim no retorno. Ou seja, ao resgatar o título você receberá um retorno menor do que os 18% que estavam sendo pagos na hora em que você realizou a aplicação. Isso significa que você vai deixar de ganhar, mas não vai chegar a perder dinheiro. 

Indexadores
"Quanto maior o prazo do papel, seja pré, pós, privado ou não, mais as oscilações de taxa afetam o valor do preço do papel", lembra Santos.

"Outra coisa que pode acontecer: imagine que você tivesse comprado um papel que pagasse a  variação do dólar mais 5,5%. O título pós-fixado vai determinar que no resgate você vai ganhar essa variação do dólar mais uma taxa de 5,5%. O investidor aplicou em reais um certo montante em dólares e resgatou lá na frente em reais o mesmo montante em dólares mais 5,5%. Ele ganhou em dólar. Mas, se o dólar foi de R$ 3,80 para R$ 1,50, o que vai acontecer é que em reais ele perdeu dinheiro. Então, você pode perder dinheiro em um papel de renda fixa indexado? Pode, desde que a variação do indexador fique negativa", completou o diretor de risco e compliance da Prosper Corretora.

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